Coisas que andei pensando:
É preciso reservar uma página para o editorial (ou os editoriais da revista). Põe na conta, Dodó.
É preciso reservar uma página para o índice e o expediente. Põe na conta, Dodó.
Poderíamos fazer uma sessão de notas, com duas páginas, para abrigar aquelas pequenas coisas que são legais (como o Movimento Nossa São Paulo), mas que não chegaram a render uma pauta. Acho importante uma sessão de notas, para contrastar com os textos maiores e dar ritmo à revista. Se todos concordam, PÕE NA CONTA, DODÓ!
Ainda sinto falta de uma crônica na revista. Um texto leve, tipo comentário, mais informal, sem o compromisso de ser um artigo de opinião, defender uma tese ou coisa do tipo. Se acharem que vale, reservamos uma página para ele e a Dodó, claro, põe mais esse na conta, pra gente não acabar planejando uma revista de duzentas páginas.
Na esperança de não estar escrevendo somente para mim mesmo, deixo beijos a todos os possíveis leitores desta página, sem distinção de raça, credo e conta bancária.
Cassiano
PS. Uma idéia maluca que me ocorreu, mas que é capaz até de agradar vocês, é a seguinte: colocar na revista um teste, naquela linha "Seu namoro tem futuro?", "Você é ciumenta?", "Que praia do Brasil tem a sua cara?" etc., tão ao gosto das revistas femininas e da Veja, em que você responde, anota quantos pontos fez e vê um comentário no final. Evidentemente, no nosso caso, não seria um teste sério, mas uma brincadeira com ares de ciência, sobre algum tema divertido. Pessoalmente, desde os 13 anos sonho em fazer um teste assim: "Você tem merda na cabeça?". Lamentavelmente, o mundo (injusto! injusto!) ainda não me deu a oportunidade de realizar esse sonho. Vocês podiam pensar a respeito. Não vale a pena criar um teste maluco, pra descontrair a revista? Se sim, sobre que tema? Pensem, queridos! Ainda estamos em reunião de pauta e toda idéia ridícula é bem-vinda.
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